terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Quem te Viu, quem te vê

Estava com saudades de Itallus e dos outros, devo confessar. Não é o fato de eu ser uma das ultimas Lamias em atividade e me fingir de morta o tempo todo que me impede de ter (alguns) sentimentos.
No inicio eu torci muito o nariz em ter que morar com uma Giovanni, afinal eram os bastardos que usurparam o lugar de meus antigos mestres e blá blá blá e eram malditos sem escrupulos que deviam morrer.Mas aí eu pensei: Meus antigos mestres também eram bastardos sem escrupulos que deviam morrer1 Logo, que se foda, aqui estou eu.
Agora eu deixei de ser aquela sujeira debaixo do tapete, Samatha pegou o tapete, bateu, lavou, tingiu e pronto, Loreena Giovanni, diretora de assuntos de segurança da senhorita Samatha, vulgo capo.
Até que estou gostando. Os Giovanni de origem escocesa, os Dunsirn, são exotico a ponto de serem canibais, sim, canibais queridos. Eles compram humanos como os humanos compram frango assado, usam até mesmo aquela tesoura para os ossos.
Logo, pra mim isso caiu como uma luva.
Agora o mais interessante disso tudo chama-se Necromancia. É tão interessante fazer um safado perceber que morrer não significa o fim das dívidas. A cara deles de "pelo amor de deus! eu estou morto! o que mais vocês querem de mim??" é fantástica. Sigo aprendendo as coisas básicas, mas Samantha disse que estou indo rápido e que logo começará a me ensinar as coisas mais interessantes e sujas.
Foi um bom negocio afinal. Eu uso toda minha experiencia de guarda-costas Lamia e aprendo a ser uma Giovanni de porta de velório. Divertidissimo!

Problemas que se resolvem sozinhos

Meu nome é Bhenhamati Kopani, mas todos me chamam de Ben. Sou um mago e sigo a ideologia dos Eutanatos, por mais que isso possa parecer simples, é muito, muito mais complexo.
Semana passada recebi uma carta de meu aprendiz, Adrian, e confesso que fiquei preocupado com o que ele disse. Reuni minha cabala e rumamos para Grey Rose, afinal onde tem o dedo sujo de Herrman e da equipe Sigma, nada pode dar certo para nós.
Apesar da aparência, sou mais velho do que pode parecer, vi o inicio do século como um homem feito se isso dá alguma dica, lutei na primeira guerra, vi muitos indianos e ingleses morrerem por nada, já na segunda, observei de longe. Mas Adrian não. Ele fazia parte de uma facção inglesa que usa seres sobrenaturais como buxa de canhão, por mais que ele odeie que eu diga isso. Aliás acho que foi esse o motivo dele ter abandonado nossos estudos qause ás vesperas de se tornar um mestre, é uma pena. Agora ele está morto e me deixou uma batata quente nas mãos.
Tenho três coisas para resolver aqui. Descobrir quem o matou, espancar o infeliz até a morte e encontrar a tal Rebecca e o tal Itallus a quem ele se refere na carta, ele deixou coisas para serem entregues a eles e pediu que os ajudasse com Herrman caso algo acontecesse com ele. Bom, algo aconteceu e aqui estou eu. Vanessa jura que traçou o vestigio vital dele até esse monte de nada no norte de Grey Rose. Ela acha que tem um monte de gente no subsolo. Se isso não for o cemitério no qual enterraram ele, vou esperar algumas horas e ver se alguém aparece. Pelo menos o problema de Adrian ser filho de Herrman se resolveu sozinho. Que Brahma o tenha.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Cega e Muda

A Lua finalmente minguou. Tudo que era belo e iluminado fez seu curso natural e se fez feio e escuro. Me recolho a meu destino traçado como filha de Celeste, a ser a senhora da dor e redenção por ela. Ao meu querido Barna, deixo a amargura de me amar e ser amado, mas também a lição de que tudo tem um fim. Se o amo? a Mulher em mim sim, perdidamente, a ponto de tentar me matar, a mim, Shide, princesa Unseelie, para garantir a eternidade em seu abraço. Mas não permitirei. Meu trono ao lado de minha mãe é muito mais antigo do que ele, milênios antes que ele pensasse em nascer eu já existia.
Ele fraquejou, mas foi forte ao se levantar e buscar as areias do tempo, no mesmo feitiço de sangue que me libertou da maldição a resposta para o amor moribundo que eu fiz questão de cultivar apenas para que o glamour me mantivesse neste mundo o suficiente para cultivar o poder necessário para ir para casa e retornar em breve, com meus irmãos faéricos.
Adeus meu príncipe sangrento. Foram muitas noites de prazer e felicidade, mas um dia, tudo termina.E nossa história termina aqui. Entrego meu corpo mortal as amarras que tanto me agradam e ele estará assim, inerte até o dia do inverno final. Até lá, talvez eu ainda consiga aquecer meu coração para você, por hora, cruzar meu caminho será sua sentença de morte. Eu te amo.

Luzes, Grinaldas e Ação


Por mais que eu tenha gostado da idéia, eu tirei no ás na hora certa.
Qual o glamour de se casar? Por que as famílias se mobilizam inteiras, rios de dinheiro são gastos e parentes de longe comparecem? Por que o casamento é essa coisa toda? Ainda não descobri essa resposta mas estou prestes a faze-lo e melhor, faze-lo na frente da cidade da beleza.
Nada de casamento em cassino, eu não estou em Lãs Vegas e, definitivamente, não quero aquelas criaturas vestidas de shorts e chapéu de cowboy servindo as bebidas mais caras que eu puder encomendar.
Eu quero o melhor! O melhor vestido, feito pelas mãos habilidosas de Ugla, a melhor decoração que Irene conseguir imaginar, o melhor vinho, champagne, caviar, bolo... enfim... TUDO! Uma rainha não teria uma casamento tão luxuoso e popular, na cidade da beleza a megalomania impera, então, serei megalomaníaca! Quanto mais brilhar melhor, até porque é o que Itallus merece de mim, um casamento digno de um rei que o que ele logo se tornará nessa cidade.
E depois, faremos tudo de novo, porém com menos holofotes. Tudo tem que ser tão expetaculosamente lindo, afinal o que eu quero para mim eu desejo aos meus amigos e Marlina e Barna merecem o melhor também. O rumo que as coisas tomaram realmente foi estranho e em outra situação eu nunca teria me oposto, apesar de achar que os vampiros tem gostos muito, muito peculiares. Cheguei à conclusão que tudo que aglomera um grupo muito grande de amigos pode contar que é vampiro. Moramos juntos, jantamos juntos, cassino? Juntos. Saímos juntos, trabalhamos juntos, casamos juntos e só não dormimos juntos porque ainda ninguém teve a idéia de construir uma cama do tamanho para caber todos e dar a privacidade que cada um deseja. É simples, quer achar uma sociedade secreta procure os grupos amigos de infância, elas estão em todos os lugares. Aliança de Gehinnon, aposto que são colados quanto nós. Matilhas de Garou são mais distantes. Acho que isso é a carência... eu gosto... mas... isso vai só até a primeira briga de casal que o vizinho amigo se intrometer... aí o bixo vai pegar...
Essa reunião promete e para variar eu terei que ser a chata... apesar de que esse assunto já foi pauta há alguns anos, porém... a sem-teto era eu e se eu concordasse que era um erro eu era a primeira a ir morar na rua, então eu fiquei calada. Agora é diferente, já que todo mundo tem uma grana para morar bem acho que todo mundo vai concordar, aposto que já tem vizinho querendo reclamar de vizinho... as festinhas do Cistus me incomodam... mas se eu falar disso vão me chamar de implicante... mas eu sou... mas vou fingir que Cistus é um morador comportado e que aquele “Love me Tender” na maior altura era o Frittz com dor de cotovelo.
Mas onde estávamos? O Brilho... lembre-se das luzes, Rebecca... a cidade inteira, nem que seja por alguns minutos aos nossos pés, seu e o seu amado rei! A cidade que em breve será dele... sabe, acho que vou me tornar caçadora de demônios, quando aquele safado voltar tenho que da rum jeito dele ir dar outra passeada no inferno...
Na minha opinião, está na hora da cidade mudar de mãos... Vampiros tolos, mesmo com o Zummer no inferno a cidade se move à sombra do que ele deixou, ele pode até não estar sentando na cobertura de seu imponente prédio mas cada um segue a lei dele, Franscisca, Bertila, Geórgia, Victor... cada um... Camarilla, Sabath e Garous, Fadas e Magos... sempre leais seguidores de um maldito corruptor de almas, da mesma laia daquele que tem sido o pesadelo dos que sabem a verdade... deixe estar cambada de fracos... essa cidade vai descobrir...
A LEGs descobriu... unir forças move o mundo... mas e depois, quem governa? Quem será o sucessor do trono do manipulador? A Fraternitatis será, porque nós somos a união necessária... somos Vampiros, Garous, Magos e Fadas cada um com seu interesse, mas, sobretudo, cada um com o interesse em comum...
Ui... acho que estou divagando... Ok! Só mais uma então... Que se acendam os holofotes e abram alas Grey Rose... O Rei e a Rainha Melchiorre chegaram para reclamar sua coroa... (gargalhadas)

Prestação de Contas

Péssimo momento para uma reunião. Ha alguns meses tenho travado uma disputa de xadrez com um sujeito safado chamado Hermann. Ele vem cercando meus passos e dos outros membros da L.E.Gs desde que conheceu aquela malkavian piromaníaca. A mudança dela pra cá ajudou muito, ele está mais atento ainda. O desgraçado é um tecnocrata e dos bons, começou com uma investigação sobre o sumiço da nossa célula e chegou a passar em frente a nossa base, mas não entrou.
A dresgraça toda é que esse fdp sentou o rabo na universidade para a qual estaríamos de mudança. Uma dessas babaquices do destino que eu entendo tão bem. Os tecnocratas já estavam infiltrados lá ha décadas, tolerando vampiros e outros seres simplesmente para poder vigia-los e mata-los sem suspeita.
Rebecca, desconfiada como ninguém já deve estar achando estranho que neses 10 anos nada foi feito. Bom, quando aceitamos entrar para a Fraternitatis, deixei claro que nossa função era ajudar. Definitivamente não colocaria um bando de vampiros poderosos na frente da tecnocracia para que, mesmo depois de mortos, os malditos arrumassem um jeito de persegui-los pelo resto da eternidade. Não. Assuntos da L.E.Gs resolvidos pela L.E.Gs. Melhor assim. Explicarei isso na reunião de hoje, assim que minha nova equipe retornar da Ucrania, onde encontraram o tal Lothar. Eles serão o suficiente para mandar o rabo metálico dos tecnocratas para fora da universidade e aí sim, poderemos dar inicio as mudanças.
A única coisa que me preocupa é, tirando os vampiros da reta, colocamos a nós. Preciso de membros mais poderosos, daqueles que não precisam de treinamento mas que abracem a causa. Preciso conversar com Rebecca a respeito...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Devorador de Pecados (Parte V)

No inicio tudo era harmonia.Eram apenas eu, minha amada Linniel e os mestres Bivsbau e Raziel. Eu era chamado de Demnai, mas após minha queda fui morar com os gregos, de onde adotei Democrates. Nós quatro cumpriamos as tarefas de Deus de forma correta e impecável e éramos sempre parabenizados por Lucifer, o anjo dos anjos. Eu como um anjo da Terra, ensinava os humanos a usar aquilo que Deus os dava e tinha a companhia de minha doce Linniel para irrigar as terras e campos dos filhos de Adão com a mais pura água vinda do paraiso. Eu mesmo os ajudei a cosntruir suas ferramentas, o arado, a roda, a foice...
E foi então que por minha culpa, por aquela ferramenta pontuda, o filho de Adão pos tudo o que era perfeito a perder. Cain matou Abel com a minha ferramenta.
Os outros anjos tentaram me consolar, dizendo que assim como o leão que devora sua presa, os homens eram animais e que por isso matavam sem pensar. Mas Lucifer sabia como eu que os homens eram muito mais que animais e que aquilo que Cain acabara de fazer era uma aberração.
Corri para a presença do senhor e chorando clamei por misericordia, mas lá encontrei Lucifer e seus comandados, eles pediam a Deus que perdoasse Adão e sua esposa e que apenas fizesse, por seu poder infinito, que Abel respirasse novamente. Mas Raziel, senhora da morte e do destino tinha sua função e não aceitaria devolver ao mundo agora alguem que pertencia a ela. Deus estava triste, ele nos expulsou de dua presença e proibiu que o assunto fosse novamente aberto. Cain se tornou um vampiro bebedor de sangue e eu mesmo fui ao lado de Rafael tentar convence-lo a se arrepender e aceitar o fogo da redenção.
No entanto Lucifer estava cada vez mais revoltado e avançou com seu exercito pelos portões da casa de Raziel. Ele exigia que Abel fosse devolvido para que a paz no céu fosse selada. Mas ela não moveu um músculo. O impensavel aconteceu e Lucifer ergueu a espada contra a senhora da morte. A guerra havia começado e quando me dei conta, ja estava envolvido. Linniel, senhora das águas tentava aplacar a vontade dos guerreiros com chuvas e trovoadas, mas Lucifer possuia a chama infinita que roubara de Miguel, nada poderia faze-lo desistir. Um a um nós caimos, agora éramos Democrates e Lilliel. Bivsbau resistiu ao lado de lucifer como um de seus generais até o fim e foi lançado ao inferno junto a ele. Raziel desolada so podia lamentar, seu amado estava perdido, assim como ela estaria assim que o criador soubesse que ela cometera o pecado original. Bivsbau amava os humanos como lucifer e era tanto amor que ao ver a perfeição daquilo que Adão e Eva fizeram, tomou sua amada nos braços e repetiu o gesto. O primeiro Nefelin havia sido gerado e era questão de tempo até a criança nascer do útero da senhora da morte.
O tempo passou e seguindo as ordens de Lucifer fomos vigiar o causador de toda a guerra, fomos ver como estava a cidade maldita de Cain e vimos que prosperava. Vimos que em sua loucura, o primeiro vampiro havia tido um filho com a mãe das prostitutas e perdição de Adão. Lillith havia conseguido parir seu ultimo monstro, que veio a se chamar Darknar, o Damphir, bastardo de cain que vagou sob nossa proteção fora das terras de nod até que Lucifer ordenou que ele reinasse. Ele entrou pelos portões de Enoque e trouxe o caos aos filhos e netos de cain, assim como o filho de adão trouxe ao paraiso.
Mas o damphir queria mais. Ele queria o trono de sua mãe e Lucifer não podia negar. Ele deu ao ser maldito a chance de ser um nobre em sua mesa, contanto que um dos seus fosse destruido. Se ele conseguisse tal façanha seria digno de se sentar a mesa negra. Foi um dos poucos erros que vi Lucifer cometer depois do derradeiro. Darknar se aliou aos netos de seu pai e com a força deles preparou uma armadilha para Raziel. Com segredos profanos que até hoje não se sabe, Darknar sugou para si todo o poder da bela senhora dos mortos e com isso exigiu seu lugar a mesa, ao lado de Lucifer, onde sua mãe trapaceira deveria sentar.
Bivsbau era puro ódio e dor. Nem a queda causara tanto sofrimento. Ele avançou contra Enoque e a pos abaixo, forçando os netos de Cain a se esconderem nos buracos da terra até tudo terminar.
Eu prometi a Bivsbau que ficaria ao lado dele e o ajudaria a destruir o usurpador que tanto odiavamos e trazer sua amada de volta. Forjei para ele uma armadura e uma espada e posteriormente as transformei em um relicario.Bivsbau agora atendia pelo nome de Balbuzzata, o devorador de pecados e jurou que so beberia sangue dos filhos de Cain até que pudesse beber do proprio e leva-lo consigo para o inferno onde finalmente teria seu julgamento.
 Lilliel seguiu fiel ao nosso lado por milenios, mas para minha tristeza nos traiu em nome de Aramel, a impura.
Mais uma vez é hora de trazer o General Bivsbau para derramar a vitae infame da prole pestilenta de Cain e acorda-lo do tumulo, para expurgar sua existencia maligna para todo o sempre. Mais uma vez os exercitos caidos de Balbuzatta marcharão pela terra e eu estarei a seu lado, como sempre estive.

Devorador de Pecados (Parte IV)

Sou conhecida neste mundo como Aramel, rainha dos Succubus e Senhora das Meretrizes. Acolho a alcunha com prazer e debocho daqueles que me consideram inferior e indigna de respeito. Isso apenas facilita meu trabalho.
Sou um caido e hoje me encontro entre as fileiras dos Profanadores. Minha existencia remonta ao Éden. Eu era um dos anjos cuja função era vigiar e observar a humanidade, observei a queda de Adão, observei a queda de Lucifer e observei o nascimento de Cain, seu ato covarde e as consequencias dele. Quando cai, devido a onda poderosa de revolta que me arrastou como uma tsunami, o proprio senhor do inferno me deu uma missão importante. Vigiar, cuidar e proteger Darknar, filho bastardo de Cain e sua esposa Lillith. Meu dever era proteger o segredo dele, esconder do mundo que ele não passa de um Damphir e que seu lugar nas fileiras da nobreza infernal foi usurpado de Raziel, portadora do livro dos segredos e esposa prometida de Balbuzatta. desde então venho observando e intervindo sempre que posso. Vi quando ele foi expulso da segunda cidade após o exilio de Cain, e vi quando ele fez um pacto com os anti diluvianos para que o protegessem de Balbuzzata, que buscava vingança contra Cain e sua prole pela destruição de Raziel. Vi quando ele vagou por nod em busca de seu reino e quando ele o encontrou na cidade de Gehinnon. Quando balbuzzata finalmente foi derrotado, eu vi nos olhos do anti diluvianos o ódio por meu protegido e também vi quando o agora auto nominado Raziel construiu para si uma cidade sobre as ruinas do trono de bazalto de Lucifer em Gehinnon. Quando seu poder enfim começou a crescer demais, fui eu que desferi o golpe final para envia-lo para o abismo afim de faze-lo parar. Mas também fui eu que o trouxe de volta quando julguei seguro faze-lo.
Começei a cuidar de seus pertences como uma governanta fiel, que ele mesmo nao sabia possuir, e qaundo ele retornou como o Cavaleiro Negro nas terras bretãs, eu insitei os magos a caça-lo, para que ele não tivesse tempo de reerguer seu império demoniaco mais uma vez.
Fui eu que escolhi cinco seres honrados e dei a eles o poder de enviar meu amado para o inferno. E fui eu que finalmente me revelei a ele, deitei em sua cama e fiz para ele um filho, para que se acalmasse e tivesse outras preocupações. Fui eu que me apaixonei por ele após esse ato e roguei a lucifer que fosse acorrentada no mais longinquo dos infernos para nunca mais retornar e fui eu que chorei fogo quando Lucifer disse que meu castigo seria amá-lo pela eternidade para nunca poder te-lo para mim.
Fui eu que descobri o relicario de Balbuzatta nas mãos de sua antiga vassal e fui eu que a corrompi para meu lado. Fui eu que amaldiçoei minha existencia quando o roubaram de mim e fui eu que revelei aos filhos de Cain da Russia toda a historia do retorno do devorador. Fui eu quem enviou meu amado de volta ao inferno para sua proteção e fui eu que localizou o antigo receptaculo de balbuzzata, que hoje o caça na forma de uma filha se saulot. Sou eu quem vai trazer balbuzzata de volta e serei eu que o mandarei para o inferno de uma vez por todas.