sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Sobre Miguel Melchiorre... O verdadeiro Melchiorre.


         É sempre delicado tocar neste nome. Muitas lembranças e sentimentos vêm à tona quando me recordo de Miguel. Eu acabara de ser designado para rezar uma missa em um pequeno lugarejo perto de Roma, o lugar costumava celebrar uma missa e chamar um convidado do vaticano para celebrá-la durante o solstício, achavam que só porque um representante vivia na “cidade sagrada”, ele teria mais poder. Realizei a missa com eficiência e precisão, afinal, tudo era muito automático, eles não entendiam o que eu dizia, eu não me importava com o que pediam e era sempre manter o rosto com uma expressão pacífica que sempre me diziam que minha “aura” de santidade passava paz a todos, eu já estava enojado desta vida. Nesta mesma noite fui para uma estalagem e em um canto escuro do local comecei a beber. Ninguém foi capaz de me reconhecer sem a batina e o grande anel, afinal, quem precisava memorizar a face de um homem de Deus? Um homem ali que vinha em minha direção precisou, ele me pediu licença para se sentar e perguntou se o “reverendíssimo padre” poderia lhe dar um pouco de atenção e responder algumas de suas dúvidas. O homem me parecia diferente e não estava desesperado, o que me garantiu que não fosse ninguém querendo conselhos “divinos” de como viver a própria vida. O homem começou com perguntas simples de cunho teológico e social, depois ministrou algumas opiniões e as pediu para mim, em seguida me fez uma única pergunta, a pergunta que garantiria uma longa noite de debate teológico e filosófico com ele. Não pretendo retratar a pergunta aqui, isto é algo que quero que morra comigo, afinal, nunca fui capaz de responder a pergunta que ele me fizera e ainda, não sou.  Quando já estava próximo do amanhecer e éramos os dois únicos bêbados da estalagem, ele se retirou pagando toda a conta e dizendo que gostaria de me encontrar de novo para mais conversas como aquela. Eu estava abismado de ter encontrado um homem tão sábio, letrado e astuto, eu queria o ver de novo, mas minhas obrigações com Deus me mandaram de volta para o Vaticano. A viagem não era longa, mas só pudemos começar nossa jornada depois que me recuperei do porre da estalagem. A certa altura da viagem já havia anoitecido e nós fomos interceptados por alguns homens, a primeira vista eram ladrões, porém depois de facilmente me nocautearem, me levaram para um grande casarão. Este ficava visivelmente em Roma, e lá estava ele, o homem com quem conversara na estalagem, logo pensei que ele seria algum tipo de herege que resolveu rogar contra mim toda a sua raiva do senhor. Ele se aproximou e disse que seu nome era Miguel, que na noite anterior eu teria falhado em um teste, porém ele tinha uma proposta a me fazer, e se eu recusasse, eu nem lembraria de tê-lo visto alguma vez na vida e estaria deitado em minha cama dentro do vaticano uma hora dessas amanha. Eu escutei atentamente o que ele tinha a me dizer, seus olhos eram gélidos, sua expressão não me passava nenhuma simples sensação, nem medo, nem nada. No final, eu aceitei sua proposta e fui transformado em um ser amaldiçoado, um cainita. Miguel me deu seu sobrenome, me tornou uma pessoa mais culta do que nunca fui, me tornou forte, ágil, astuto. Tudo foi presente dele, e no fim, quando queria desfrutar esses dons e tentar recompensá-lo de alguma forma, eu falhei. Eu matei Miguel, fui descuidado, tolo, inculto, tudo isso em um mesmo ser, tudo isso porque não escutei Alexis. Aminda era o nome dela... Porém com pesar, acho que devo dedicar uma parte de meu diário a essas dolorosas lembranças. Por fim, sinto falta de Miguel, de seus ensinamentos, de suas palavras, de sua presença. Um dia descobrirei uma forma de trazê-lo da morte final sem que ele deva lealdade a um demônio ou monstro parecido, mas até lá, permanecerás em minhas lembranças eternamente.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Azar...


Ninguém tem mais do que eu... sabe, quando você pensa que alguma coisa pode dar certo, dá errado. Nós entramos naquela torre, quase morremos, eu me estrepei inteira pelo prêmio no final, aquela maldita ânfora não podia ter me trazido doença pior... Quimerismo... o tal dom dos Ravnos... Ravnos... Quando aquele maldito maço de cigarro duplicou na minha mão e eu ganhei aquele olhar... eu queria que o sol tivesse nascido naquele instante... Itallus me lançou um olhar doído, magoado, a princípio eu não entendi, mas quando Alexis quase que sorrindo disse o que era eu me segurei, era demais para mim... acho que a minha frustração ficou nítida...
Toda aquela história daquela puta Ravnos que brincou com ele aí aquela bênção, ó Deus (ironia) de ânfora, me traz algo muito pior que a feiúra dos Nosferatus, ou as habilidades monstruosas da Olllllllllga... eu preferia ter morrido... ganhar aquele olhar doeu mais do que o sol doeria... No mesmo momento aniquilei dentro de mim qualquer esperança, eu não me daria essa chance, ah não, aí é brincar demais...
Ódio...
Ódio daquele infeliz que infectou a herança que deu a mim, herança... Vladmir... vou caçar você, e vou sozinha, quero ter o prazer de matar você sem ninguém para ajuda-lo ou atrapalha-lo, eu vou para a Sibéria assim que a minha cabeça parar de rodar, pego algum dinheiro no banco e o resto eu me viro... A mim, só castigo... talvez algum Deus não vá mesmo com a minha cara, ou talvez a vida goste de brincar, de uma coisa eu tenho certeza... Para mim não há lugar para amor ou felicidade? Então que façamos jus aos mandamentos da vida... Chega de fingir, o disfarce terminou e essa bênção eu tomo como castigo e é um castigo que posso escolher renegar, então que assim seja... desse novo poder não quero ver nem sombra, de mim ele não sorverá sequer uma gosta de sangue... CHEGA!
Meu azar me cansou... e se alguma coisa não quer reconhecer e continua me ferrando, então que venham as próximas pedradas... mas dessa vez, eu vou dar motivo, afinal... se gato tem 7 vidas, ainda me restam 6...

O Tedioso Sucesso

Nhé...olha eu aqui tios e tias. Sumida eu? derttt eu sou um Nosf, sumir é o que eu faço de melhor...
Mas chega das piadinhas infames.Vocês podem não ter visto mas a menina Brenda aqui trabalhou pra burro enquanto a Fraternitatis resolvia as pendengas lá em cima. Se eu to reclamando? E eu tenho cara de quem entra numa torre cheia de ninjas acrobáticos e bailarinos, com shurikens zunindo sobre minha cabeça e demônios cuspindo chamas e me fazendo de torrada francesa? Non non monsieur prefiro ficar aqui no cocô mesmo, cavando meu tunelzinho e deixando as passagens da mansão melchiorre estalando de uteis. Sabe como é né? Cheiro de merda um banho quente e um pouco de perfume tiram, já merda feita é dificil de consertar os estragos, principalmente quando ela voa no ventilador. Falando em ventilador, tá quente em Grey Rose né?! Menino! Um passarinho me contou que viu uma bela bunda japonesa correndo para o aeroporto cercada de um gangrel escocês e um bando de puxa-saco que estavam mais amedrontados do que ela...O mesmo passarinho safado também me disse que aquela moça simpática que deu a ânfora vazia para o senhor Itallus, a tal Olllllga (mãos balançando e olhar sombrio, porém vesgo) chegou de voadora na cidade, chutou a porte, sentou no elisio e disse "é meu". Bom, se ela acredita que os japas vão deixar isso barato, eu que não vou tentar convencer do contrário né miguinhos? Vo é buscar um belo pacote de pipoca e sentar pra assistir a tudo. Falando em pipoca, fiquei sabendo também que tem uma empresa cinematográfica de seattle pedindo pinico. Parece que os equipamentos caréeeeeeerrimos deles tavam vindo de mutreta num dos navios de Pearl Harbor e adivinha? CATAPLUM! Pois é...
Bom, meu lanchinho chegou...ÁTILA! meu garotão! (afaga um Rötvailer de quase 2 metros deformado e com um mendigo na boca) Isso aqui é amigo viu? e nem precisou de contrato...Mas enfim, preciso terminar o tunel, quero escutar as fofocas do Lucky hell assim que chegar abaixo dele...devem ser coisas...você sabe...QUENTES! uahahahaahahahahahahaahahau eu me odeio!

Sobre Jean Felippe:

Estávamos em uma noite quente do verão parisiense, eu e Teresa acabávamos de chegar à cidade e estávamos viajando a um longo tempo. Fomos até um bar para procurar o meu tipo de bebida, afinal, longas viagens sempre me privaram de meus “drinks” costumeiros e nestas condições eu chegava faminto. Paramos a carruagem próxima a um beco escuro, um local fétido e “mal encarado” próximo ao bar. Quando descemos seis homens que combinavam bastante com o local nos abordaram de súbito. Pegaram Teresa e a fizeram de refém para que eu lhes entregasse tudo de valor, eu ainda me mantendo calmo tentei alertá-los de que o que estavam prestes a fazer era um erro tremendo, porém nenhum deles se intimidou e continuaram nos ameaçar e agora já brincavam com Teresa. Com um som surdo que me atordoou escutei um tiro vindo de um canto, este acertou em cheio o homem que segurava Teresa, os bandidos se assustaram e do canto escuro saiu um homem, ele se vestia como um legionário francês e estava deixando cair à arma no chão e retirando seu sabre da bainha. Foi um massacre, o homem lutava muito melhor do que qualquer um de seus inimigos. Eu e Teresa observamos com admiração as técnicas e estratégias do legionário que acabou por matar a todos os bandidos. No fim ele se aproximou e disse um preço, eu sorri e perguntei pelo quê ele estava cobrando e ele me disse que nos salvar não era benevolência e muito menos grátis. Com uma boa gargalhada lhe ofereci o dobro do preço cobrado e o chamei para umas horas de bebedeira no bar. Entramos e fiquei sabendo que seu nome era Jean Felippe e ele acabara de deserdar a Legião estrangeira e que antes dela já tinha pertencido a inúmeros grupos de mercenários e caçadores de recompensas. Interessei-me muito por ele, afinal, nós precisávamos de proteção e eu não era um exemplo de experiência bélica, na verdade, nenhuma experiência bélica, o máximo que conhecia era um pouco de estratégia me ensinada por Alexis, ou seja, ainda questionável e a pura violência de meus golpes, me ensinada por Miguel. Logo eu estava negociando um preço com Jean. Depois de dois meses trabalhando para mim eu o ofereci minha vitae e lhe disse que aquele seria o segundo melhor pagamento que alguém poderia receber de mim. Ele alegremente tomou e em seguida ficou sabendo a finalidade do líquido. Hoje Jean Felippe é meu guardião incansável, ele e suas estratégias já me salvaram e a Teresa inúmeras vezes, se há alguém a qual confiaria minha vida em uma estratégia militar, este é Jean Felippe.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O Doce Sabor da Liberdade

Meu coração quase parou quando os grilhões se despedaçaram...
Meu querido Barna estava ali, reduzido a um ser carbonizado, esperando por meu toque salvador e como sempre, nas piores horas, o glamour resolve brincar com a minha cara, como se já não fosse uma piada por si só ser uma princesa unseelie obrigada a viver acorrentada e amordaçada por toda a eternidade para não desferir um golpe e matar o amor de sua vida.
Mas Itallus conhece as areias do tempo melhor que minha mãe, e naquele momento ele salvou a mim e a meu amado. serei grata a ele pela eternidade...
Mal pude tocar o rosto de Barna com as mãos livres outra vez e dizer que o amo com minha voz chorosa, ele foi tirado de mim novamente, desta vez pelas areias de morfeus...
Um ano. Tempo suficiente para deixar as velhas roupas de princesa guerreira para trás e assumir as de couro provocantes e desafiadoras para esta época. Os olhos dos homens ao me ver fazem meu glamour ferver e o ódio deles ao saber que não podem me tocar o fazem explodir. Sem querer, acabei recebendo a missão de supervisionar os afazeres da Fraternitatis enquanto seus líderes dormiam o sono dos condenados. Revezei as horas de afagos ao lado de meu mestre e marido com as reuniões com a senhorita Alexis e senhorita Samantha. Segundo Alexis, a situação na cidade estava tão caótica que com certeza nossos inimigos tinham algo mais urgente para tratar do que nos caçar. No trono da grande torre de vidro se sentava agora Haiati Tsuruge, um Kuei jim Tigre Demônio e um dos mandarins da corte vermelha expulsos da mesma por traição. Ele agora denominava Grey Rose de Corte Cinzenta e convocava todo e qaulquer kuei jim em território americano a migrar para a cidade, enquanto do outro lado das águas, os aviões japoneses atacavam sem piedade Pearl Harbor, fazendo os EUA entrarem na guerra. logo a Camarilla da cidade estava acuada. A principe, uma oriental, estava foragida ha alguns meses e dizem até que o antigo elisio está abandonado. O sabbath estava cada vez mais proximo, se esgueirando para dentro dos refugios esquecidos pelos anciões em fuga para a suiça ou outros países neutros. Um ano meus queridos amigos dormiram e neste um ano o caos foi seu protetor.
Muitos procuraram por Itallus e seus aliados, entre eles uma bela mulher da qual quero manter distância e que Barna mantenha o dobro. Ela disse se chamar Aria, tinha os cabelos vermelhos, mas cheirava a esgoto...
Durante este tempo alguns senhores estiveram aqui, trazidos por Elgene. Entre eles Melissa, senhora de Irene e Fabala, senhora de Cistus...Hajanne também esteve com eles, mas veio apenas para me entregar o que era de Barna, e não para ver sua filha moribunda...
Um ano parece muito tempo. Mas para quem permaneceu atada ao destino trágico por décadas, é como um piscar de olhos. Sinto que logo meu amado despertará, e a cada segundo que passa a saudade me faz ponderar sobre sua reação quando eu disser que haviam mais coisas fora do tempo além de minha espada...será que ele se lembra do verdadeiro motivo de termos sido caçados por meu povo?

Sobre Teresa:

Havia acabado de largar o corpo inerte de um velho bêbado na calçada, era a primeira vez que me alimentava de alguém alterado pelo álcool. Depois que dei alguns passos percebi que alguém se aproximava do velho e começou a tentar reanimá-lo. Virei-me e em deparei com uma freira, uma das mulheres mais bonitas que já havia visto na vida, Madrid é um lugar formidável para esse tipo de criatura, porém, aquela freira ela simplesmente irresistível. Fiquei confuso no momento que dei por meus desejos, pensei ter perdido a capacidade quando Aminda me traíra, porém meus desejos pela jovem freira iam além do sangue, do sexo e de qualquer outra coisa, eu queria tê-la perto de mim, saber que aquela jovem e doce mulher que naquele momento começava a se desesperar por perceber que o velho estava morto estava por perto. Pensei logo em torná-la o que sou, porém me veio à mente o que Alexis havia me ensinado do ato, que eu deveria apenas criar outro de nós quando eu mesmo já estivesse pronto e não quando outros merecessem, é na verdade o maior ato de egoísmo que alguém poderia proporcionar a outro ser, portanto, engane-o que é por merecimento, porém, no intimo saberás que é puro egoísmo. Enquanto tudo isso passava em minha mente, outras duas irmãs chegaram próximas à jovem para acudir seu desespero e para ajudá-la com o velho. Eu me ocultei atrás de uma coluna de mármore próxima da calçada que pertencia a um velho prédio, escutei o som da voz da jovem irmã e este me tocou até meu profundo ser, era melodioso, uma voz que nunca havia escutado uma doçura e ternura sem iguais. Segui as freiras de volta a seu convento quando acabaram de entregar o corpo inerte do velho para alguns guardas. Esgueirei-me para dentro da grande construção espanhola e observei-a entrando em um dos quartos. Furtivamente sai da construção e posicionei-me abaixo de sua janela. Ela estava rezando em voz alta, dizia que sua vida era a mais triste de todas, que não havia nada ali para ela e que não era culpa do senhor e sim dos pais dela. Neste momento entrei em seu quarto passando por sua janela aberta. Tapei a boca da jovem que agora estava apenas de pijamas para que ela não gritasse. Sussurrei em seu ouvido para que se acalmasse que o senhor havia me mandado ali para corrigir um erro grave que haviam cometido para com ela. Tive que usar um de meus dons para acalmá-la. Conversamos por um tempo sobre o porquê de ela estar infeliz e se ela realmente queria fugir do lugar até que ela me pediu para que eu ajudasse e eu consenti com a condição que ela permanecesse comigo até tudo estar seguro para ela. A seqüestrei do convento e descobri que seu nome é Teresa. Hoje Teresa ainda vive comigo, me serve como uma governanta e é agradecida por eu tê-la livrado de uma vida a qual odiava e eu sou agradecido por ela ter aceitado vir comigo e embelezar meus dias com sua doçura pela eternidade.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Fúria materna.


Aquela história caiu sobre mim com o estalar de um tapa na cara. Quando Elgene disse que aquilo poderia me ferir nunca pensei que fosse naquela intensidade, cada músculo do meu corpo travou e eu fiz uma força incrível para não chorar ali, se me fizessem responder uma só pergunta eu teria desabado. A minha vontade foi sair dali naquele instante mas faze-lo seria desrespeito com as informações, meus amigos e Elgene que estava tão solicito ali. Fique até o fim sem saber muito do que se tratava, depois de ouvir aquilo tudo eu só pensava que em todos aqueles anos meu instinto esteve certo, minha criança não havia morrido, mas eles vão...
Eu engoli a besta, fiz ela permanecer em seu cativeiro até a hora propícia, e não era aquela, aquelas pessoas ali não mereciam, mas Vladimir, Lothar e até essa tal de Nintu... esses merecem... merecem cada fio da minha ira, eles vão amargar cada lágrima que eu derramei todos esses anos... idéia insana... Tomar MEU filho como sacrifício para essa pulguenta da fundadora, que se dane que ela é o primeiro Gangrel, eu nunca disse que amava ser o que sou... para mim não tem nada de elegante, pomposo ou surreal que um dia um babaca pegou outra babaca e fez dela Gangrel, que morra...
Se a minha criança está viva eu vou busca-la e se não me derem vou matar cada um desses bastardos que acharam que poderiam me enganar por muito tempo... Ah! Vladimir... insensato erro seu dar seu sangue como minha herança, seu poder vai mata-lo, a você e toda a sua sarnenta linhagem, cada um vai sentir a ira de uma mãe que amargou a perda da sua maior preciosidade por um motivo tão frívolo... a diferença entre os cachorros e os gatos é essa, cachorros não pensam... eles deveriam ter me deixado morrer...
Todas as dores estão reverberando na minha cabeça e me sinto desnorteada...
Agora... eu nem sei o que estou fazendo aqui... não sirvo nem para apertar o botão do elevador. Eu deveria ter ficado em meu quarto, chorando minhas mágoas sozinha, mas ele tem poder sobre mim... aceitei nem sei porquê... agora eu só ofereço risco...
Só digo uma coisa para esse baali: Nunca provoque uma mãe irada...